quinta-feira, 7 de maio de 2015

PREÇO DA CASA PRÓPRIA SOBE EM RITMO MENOR QUE A INFLAÇÃO

PREÇO DA CASA PRÓPRIA SOBE EM RITMO MENOR QUE A INFLAÇÃO




O preço para comprar um imóvel e realizar o sonho da casa própria subiu por mais um mês, mas novamente em ritmo menor do que a inflação ao longo do mês de abril. Os dados, apresentados pelo índice FipeZap nesta quarta-feira (6), mostram que o valor do metro quadrado residencial analisado em 20 cidades do País avançou 5,25% nos últimos 12 meses encerrados em abril e custa, em média, R$ 7.590

Fonte: O Gestor Imobiliário

CONDOMÍNIO: FUNDO DE RESERVA

CONDOMÍNIO: FUNDO DE RESERVA




O fundo de reserva, como o próprio nome indica, é um fundo diferenciado do caixa do condomínio e sua finalidade é garantir que, em meio a uma circunstância eventual e emergencial, o condomínio honrará com o pagamento de despesas imprevistas, ordinárias ou extraordinárias. Cabe observar que sobre o fundo de reserva o Código Civil nada diz. Assim, sua existência, forma de contribuição e

Fonte: O Gestor Imobiliário

EXPLOSÃO NO NÚMERO DE SHOPPINGS NO BRASIL LEVA A ALTAS TAXAS DE DESOCUPAÇÃO

EXPLOSÃO NO NÚMERO DE SHOPPINGS NO BRASIL LEVA A ALTAS TAXAS DE DESOCUPAÇÃO




As incorporadoras imobiliárias brasileiras quase dobraram o número de shopping-centers no país nos últimos 10 anos na expectativa de lucrar com os aluguéis elevados pagos por lojas abertas para atender a rápida expansão da classe média. Em vez disso, muitas foram atingidas pela crise econômica do país. Hoje, algumas regiões do Brasil, como a de Sorocaba, cidade com 600 mil habitantes a

Fonte: O Gestor Imobiliário

quarta-feira, 6 de maio de 2015

BB DEVE ELEVAR JUROS DO FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO

BB DEVE ELEVAR JUROS DO FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO




Assim como a Caixa, o Banco do Brasil também deve elevar as taxas de juros dos financiamentos imobiliários. A partir do dia 18 de maio as taxas passarão dos atuais 9,9% ao ano mais a Taxa Referencial (TR, taxa que fica próxima a zero) para 10,4% ao ano mais a TR. As informações foram passadas por fontes que trabalham em empresas parceiras do banco e que receberam a informação por

Fonte: O Gestor Imobiliário

RISCOS DA COMPRA E VENDA DE IMÓVEL FINANCIADO DESAFIAM O SENSO COMUM

RISCOS DA COMPRA E VENDA DE IMÓVEL FINANCIADO DESAFIAM O SENSO COMUM




Na praxe do mercado imobiliário tem sido cada vez mais comum a celebração de compromisso de compra e venda com cláusula condicional de financiamento. A opção por esta forma de negociação decorre de dois fatores: (i) facilidade para se obter um financiamento habitacional por meio dos programas governamentais vinculados à lei do SFH (lei 4.380/64); (ii) dificuldade de se encontrar compradores

Fonte: O Gestor Imobiliário

terça-feira, 5 de maio de 2015

ABECIP: CRÉDITO PARA CASA PRÓPRIA RECUA NO 1º. TRIMESTRE DE 2015

ABECIP: CRÉDITO PARA CASA PRÓPRIA RECUA NO 1º. TRIMESTRE DE 2015




No primeiro trimestre de 2015, foram destinados R$ 24,1 bilhões à compra e construção de imóveis, segundo divulgou pesquisa da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). O resultado ficou 4,6% abaixo do verificado no mesmo período do ano passado. Em 12 meses até março, o volume de empréstimos com recursos das cadernetas de poupança do Sistema Brasileiro

Fonte: O Gestor Imobiliário

DIREITO DO CONSUMIDOR NO ÂMBITO DO DIREITO IMOBILIÁRIO

DIREITO DO CONSUMIDOR NO ÂMBITO DO DIREITO IMOBILIÁRIO




É claro a incidência do Código de Defesa do Consumidor – CDC (Lei 8.078/90) aos contratos de aquisição de imóveis, visto que o art. 2º e 3º desse diploma legal define consumidor, fornecedor e produto. Mas essa definição encaixa como uma luva na relação entre empreendimentos imobiliários lançados por construtoras, incorporadoras ou imobiliárias e o adquirente que utilizará o bem como

Fonte: O Gestor Imobiliário

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Caixa Econômica reduz teto de financiamento para imóveis usados

Caixa Econômica reduz teto de financiamento para imóveis usados

Escassez de recursos27/04/2015 | 18h56Atualizada em 27/04/2015 | 18h56


Medida quer amenizar a escassez de recursos que o banco enfrenta pela redução dos depósitos na poupança



Foto: Claudia Baartsch / Agencia RBSCorreção: Das 13h37 até as 18h40, este site informou equivocadamente que o limite para operações com recursos da poupança (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) passaria de 80% para 40% no Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Na verdade, o limite passa para 50%. A informação, fornecida pela Agência Estado, foi corrigida.A Caixa Econômica Federal vai reduzir a cota de financiamento para imóveis usados (LTV na sigla em inglês) a partir de maio e focar somente em moradias novas, conforme informou o banco. A medida é mais uma adotada para amenizar a escassez de recursos que enfrenta por conta da redução dos depósitos na poupança, principal fonte de funding para o crédito imobiliário.

Para operações com recursos da poupança (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), o limite vai passar de 80% para 50% no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e de 70% para 40% para imóveis no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), pelo Sistema de Amortização Constante (SAC). As alterações começam a valer a partir do dia 4 de maio. As operações de habitação popular, porém, não tiveram alteração, segundo a Caixa.

— A redução do LTV (para imóveis usados) será um grande choque na demanda por imóveis usados, já que poucas famílias têm condições de dar entrada de 50% do valor do imóvel — avaliam Guilherme Vilazante e Daniel Gasparete, do Bank of America Merril Lynch (BofA), em relatório ao mercado. 

Caixa eleva juros de financiamentos imobiliários pela segunda vez em 2015

Acrescentam ainda que há riscos de medidas mais restritivas para imóveis novos e, consequentemente, aumento dos distratos.

Recentemente, a Caixa já havia reduzido a cota de financiamento para os imóveis em geral, conforme antecipou o Broadcast em 16 de abril, de 90% para 80%. Para os créditos que seguem a tabela Price, a cota máxima de financiamento já havia sido reduzida de 70% para 50% nas operações do SFH - que financia imóveis de até R$ 750 mil em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal. Nos demais Estados, o teto é de R$ 650 mil.

Em entrevista ao Broadcast na última sexta-feira, o vice-presidente de Habitação da Caixa, Teotonio Costa Rezende, explicou que a Caixa vive um problema de funding com a redução dos depósitos na poupança e, por isso, está focada na habitação social e, em segundo lugar, nos financiamentos no âmbito do SFH. Apenas no primeiro trimestre, as retiradas líquidas da caderneta foram a R$ 23,230 bilhões, de acordo com dados do Banco Central.

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— É inegável que o país vive um certo clima de pessimismo. No médio prazo, tende a afetar a confiança do consumidor. A Selic nos níveis atuais dá duas pancadas no crédito imobiliário: torna menos atrativo o principal funding, que é a poupança, e encarece fontes complementares, como a LCI (letra de crédito imobiliário) — avaliou Rezende, durante o 11º Feirão Caixa da Casa Própria, em São Paulo.

No primeiro trimestre, o volume de financiamento imobiliário contratado na Caixa ficou praticamente estacionado, com alta de apenas 0,3%, segundo ele, e o desafio do banco neste ano é repetir os R$ 129 bilhões desembolsados em 2014. Já a carteira de crédito deve crescer entre 12% e 15% neste ano, intervalo bem mais tímido do que a taxa de expansão de 25,7% vista no ano passado.

No feirão deste ano, o banco não conseguiu repetir o mesmo desempenho da edição anterior. Foram negociados cerca de R$ 3,02 bilhões no primeiro fim de semana do evento, cifra quase 14% menor do que os R$ 3,5 bilhões registrados em igual intervalo do feirão de 2014. A presidente da Caixa, Miriam Belchior, disse, questionada pelo Broadcast, que o banco espera, ao menos, repetir o resultado do ano passado. A 10ª edição do Feirão Caixa da Casa Própria totalizou R$ 15,6 bilhões em negócios.


Fonte : http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2015/04/caixa-economica-reduz-teto-de-financiamento-para-imoveis-usados-4748768.html


Fonte: Frederica Richter

LEWANDOWSKI SOBRESTA AÇÕES NO TJ-BA SOBRE INCIDÊNCIA DO ITIV ITBI

LEWANDOWSKI SOBRESTA AÇÕES NO TJ-BA SOBRE INCIDÊNCIA DO ITIV ITBI




As ações que tratam da exigibilidade do Imposto sobre Transmissão Intervivos de Bens Imóveis (ITIV/ITBI) em tramitação no Tribunal de Justiça da Bahia estão sobrestadas. A decisão é do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, ao prover uma suspensão de segurança ajuizada pela prefeitura de Salvador contra uma determinação da corte baiana que suspendeu a

Fonte: O Gestor Imobiliário

IMÓVEL NA PLANTA: JURISPRUDÊNCIA PRORROGA PRAZO DE ENTREGA DA OBRA

IMÓVEL NA PLANTA: JURISPRUDÊNCIA PRORROGA PRAZO DE ENTREGA DA OBRA




Na esteira do “boom” imobiliário deflagrado em 2011, ganhou destaque a questão envolvendo os prazos de entrega imóveis vendidos na planta e durante a construção das obras. É que ao lado dos fatores preço, qualidade dos projetos e materiais, conceito dos empreendedores etc., o prazo de entrega do imóvel desponta como ponto importante apesar na decisão do comprador, que assim passa a ser

Fonte: O Gestor Imobiliário

domingo, 3 de maio de 2015

SALVADOR: LONGE DA CRISE, IMÓVEL DE LUXO CUSTA ATÉ R$ 3,5 MILHÕES

SALVADOR: LONGE DA CRISE, IMÓVEL DE LUXO CUSTA ATÉ R$ 3,5 MILHÕES




Mansão Bahiano de Tênis Apartamentos de quatro suítes - um por andar -, todos com vista mar; academia panorâmica; piscina com borda infinita voltada para a praia e raia de 20 metros; SPA; sauna; quadra de esportes; bicicletário, surf stop (guardaria para pranchas); trilha ecológica; seis vagas de garagem. Este é o perfil geral dos imóveis de alto padrão em Salvador, um mercado que

Fonte: O Gestor Imobiliário

SALVADOR - "IPTU VERDE": O QUE É, QUEM TEM DIREITO E COMO SOLICITAR?

SALVADOR - "IPTU VERDE": O QUE É, QUEM TEM DIREITO E COMO SOLICITAR?




No dia 24 de março foi publicado no Diário Oficial do Município, o Decreto nº 25.899, que instituiu o Programa de Certificação Sustentável, denominado “IPTU VERDE”, em edificações no Município do Salvador, estabelecendo benefícios fiscais aos participantes do programa. O referido decreto tem como principal objetivo estimular os empreendimentos imobiliários a adotarem práticas

Fonte: O Gestor Imobiliário

INFOGRÁFICO MOSTRA O QUE MUDA NO CRÉDITO PARA IMÓVEIS USADOS

INFOGRÁFICO MOSTRA O QUE MUDA NO CRÉDITO PARA IMÓVEIS USADOS




Clique no infográfico para ampliar

Fonte: O Gestor Imobiliário

INCORPORAÇÃO IMOBILIÁRIA EXIGE PLANEJAMENTO SOCIETÁRIO E TRIBUTÁRIO

INCORPORAÇÃO IMOBILIÁRIA EXIGE PLANEJAMENTO SOCIETÁRIO E TRIBUTÁRIO




A Incorporação Imobiliária é um ramo onde o incorporador, em regra, não se confunde com o construtor, mas o contrata para que esse realize tal trabalho. Tal atividade exige algumas peculiaridades, pois é passível de tributação sob mais de um regime, dependendo do modelo adotado. Iniciar um empreendimento sem um estudo prévio pode gerar custos desnecessários. Daí que a escolha do melhor

Fonte: O Gestor Imobiliário

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Saiba as vantagens e as desvantagens das modalidades de financiamento de imóveis

Saiba as vantagens e as desvantagens das modalidades de financiamento de imóveis

Habitação29/04/2015 | 08h31

Mudança nas regras da Caixa Econômica Federal favorecem a compra de imóveis novos, mas especialistas recomendam cautela em cada caso para fazer um bom negócio




Com novas regras, Caixa estimula a compra de imóveis novosFoto: Charles Guerra / Agencia RBSTHIAGO SANTAELLA e KARINE WENZEL
thiago.santaella@diario.com.br; karine.wenzel@diario.com.brA partir do dia 4 de maio, começam a valer as medidas da Caixa Econômica Federalque restringem o acesso ao crédito para a compra de imóveis. A mudança afeta mais o mercado de prédios e casas usados, complicando a compra e a venda, mas é consenso entre os afetados que esse deve ser um elemento que se soma a este ano de crise.– A perspectiva diante dessa situação, não vou dizer catastrófica agora, mas a médio e longo prazo será desastrosa para o mercado imobiliário – avalia o presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de Santa Catarina (CRECI-SC), Carlos Beims. Saiba o que muda com as novas regras do financiamento da Caixa

 Caixa Econômica reduz teto de financiamento para imóveis usados

Na última segunda-feira, a Caixa anunciou o aumento dos juros, que já tinham subido em 2015 a 9,15% ao ano, para 9,45% anuais. Reduziu também o limite de financiamento para a compra de imóveis usados, que caiu de 80% e 70%, dependendo da modalidade do empréstimo, para 50% e 40%. Agora, quem quiser adquirir um apartamento pelo banco, que oferece os menores juros do setor nesse tipo de compra, vai ter que bancar metade ou mais da metade do valor total.A entidade está em contato com Brasília, por meio do Conselho Federal de Corretores de Imóveis, para tentar reverter a medida do governo federal e para garantir que a mudança seja provisória, apenas neste período de baixo estoque da poupança (uma das principais fontes de crédito imobiliário, ao lado do FGTS). Para o presidente do Sindicato da Habitação da Grande Florianópolis, Fernando Willrich, a atitude desincentiva o comércio e é um golpe duro para o mercado imobiliário:– É um dos setores que mais emprega no Brasil, considerando toda cadeia produtiva. Uma falta de incentivo que pode trazer prejuízos grandes para nosso mercado.Grupos de clientes mais impactadosDois grupos são os mais afetados pela mudança. Primeiro, quem comprou apartamentos na planta como investimento (veja ao lado). O segundo grupo é formado por quem já firmou neste mês contratos em imobiliárias, mas não concluiu o contrato de financiamento com a Caixa. Nesse caso, assinaram a promessa de que comprariam um apartamento, por exemplo, em uma situação que agora é outra.

É provável que alguns venham a desistir do sonho da casa própria que já estava encaminhado e rescindam o contrato de compra por não terem recursos para arcar com uma entrada maior – sujeitos à multa que normalmente é de 10% sobre o valor da venda.



Momento é bom para quem tem economias para negociarApesar das medidas de restrição ao crédito imobiliário, o período pode significar bons negócios para o consumidor que tem dinheiro para adquirir um imóvel.– Com a velocidade menor de venda do que nos anos passados, quem quer investir num imóvel tem uma capacidade de barganha muito grande – afirma Fernando Willrich, presidente do Sindicato da Habitação da Grande Florianópolis.Willrich acrescenta que investir em imóvel ainda é uma boa opção, já que o produto valoriza acima da inflação. 
Diante do cenário de desaceleração do setor imobiliário, o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) da Grande Florianópolis, Hélio Bairros, afirma que a localização do imóvel torna-se ainda mais decisiva no momento da venda:– Dependendo da localização e do valor, o imóvel sofre mais impacto. Os de luxo e classe média, de R$ 500 mil a R$ 800 mil, sofrem bastante porque demora um pouco mais para comercializar – diz Bairros.Empreendimentos entre R$ 300 mil e R$ 400 mil são os que ainda são bem procurados para negociação. Para o presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação, Lúcio Delfino, o impacto das novas medidas será muito grande na liquidez e nos preços dos imóveis:– Em dois meses, isso deve começar a ser sentido. Uma das coisas que pode acontecer é o consórcio voltar a ganhar força – projeta.



Imóveis usados passam a ter percentual financiável reduzido (Foto: Charles Guerra / Agência RBS)


Feirão da Caixa em SC
Neste ano ocorre a 11a edição do evento. Em Florianópolis, a Caixa espera que o volume de negócios seja semelhante a 2014, próximo a R$ 450 milhões. Confira as cidades que terão a feira:BLUMENAU
De 20 a 24 de maio, no Parque de Exposições Vila Germânica, em conjunto com a Fenahabit. De 20 a 23, das 15h às 21h30min. Dia 24, das 10h às 21hJOINVILLE
De 29 a 31 de maio, no Centreventos Edmundo Doubrawa. Dia 29, das 16h às 21h; dia 30, das 10h às 21h, e 31, das 10h às 19hCHAPECÓ
De 5 a 7 de junho, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, das 9h às 20h. Devem participar 23 imobiliárias, com exposição de imóveis de cerca de 35 construtorasFLORIANÓPOLIS
De 22 a 24 de maio, no CentroSul. Dias 22 e 23, das 10h às 21h. Dia 24, das 10h às 18hPREPARAÇÃO
Para saber antes mesmo do evento quais são a ofertas disponibilizadas pela Caixa, construtoras e imobiliárias basta acessar o portal Feirão Online da Caixa no site www.caixa.gov.br/voce/habitacao. Além disso, no portal é possível fazer simulações de financiamento. Importante levar documento de identidade, CPF e comprovantes de renda e residência para fazer a simulação no local.Fonte DIÁRIO CATARINENSE

Fonte: Frederica Richter

OABSC alerta senadores sobre PL que atualiza regras nos terrenos de marinha

OABSC alerta senadores sobre PL que atualiza regras nos terrenos de marinha


NOTÍCIAS

30/04/15 | Banco de Oportunidades, Central de Inclusão Digital, ESA, Geral

Aureo Berger/Santur



A OAB/SC, por recomendação da Comissão de Direito Imobiliário, solicitará à bancada catarinense no Senado uma série de alterações no Projeto de Lei 5.627/2013, proposto pelo Governo Federal para atualizar a legislação sobre terreno de marinha no País. Além de enviar à bancada o parecer da Comissão sobre o assunto, a OAB/SC convidará os senadores a visitar a Seccional para discutir o assunto.
São vários pontos questionados. Além de criticar a falta de critérios para demarcação de novas áreas, a Comissão considera insuficiente a redução dos valores proposta no projeto. Hoje, o pagamento da taxa de ocupação é baseado na data de inscrição do imóvel (2% para anteriores a 1988 e 5% após 1988). Enquanto o PL estipula 2% para todos os casos, a Comissão sugere 0,3% para foros (pagos à União por não se ter o domínio pleno do imóvel), 1% para laudêmios (pagos nas transferências) e 0,5% para taxas de ocupação (direito precário sobre um imóvel e caracterizado pela existência de benfeitorias).
Outro ponto se refere à adoção da Planta de Valores Genéricos dos municípios como base para atualização dos valores, algo visto como ilegal pela Comissão por considerar apenas o valor de oferta, com informações muitas vezes subjetivas, sem atentar para os aspectos qualitativos e quantitativos de cada área. “Na ânsia de obter maior arrecadação e não podendo majorar os percentuais praticados, a União providencia a reavaliação dos imóveis ao preço do mercado de forma questionável”, avalia o parecer. A extinção de dívidas de até R$ 10 mil, proposta pelo Governo, é também tida como insuficiente, pelo número insignificante de beneficiados.
Segundo o PL, os procedimentos de demarcação passariam a ser realizados com audiências públicas. Para a Comissão, os ganhos da população com essa proposta são limitados porque nessas audiências não será possível questionar formalmente a demarcação, apenas buscar informações.
“O instituto dos terrenos de marinha é algo ultrapassado, que traz grande prejuízo para a população das regiões litorâneas, não apenas pela imposição do pagamento de taxas sobre esses imóveis, mas também pelas implicações da titularidade pertencer ao Poder Público. O ideal seria eliminar o instituto do terreno de marinha, pelos prejuízos financeiros e administrativos à sociedade e sua evidente caducidade histórica. Como sabemos da dificuldade da aprovação de qualquer projeto nesse sentido, defendemos algumas alternativas”, explica a advogada Andréa Faria Brognoli, que ajudou a elaborar o parecer.
“Nosso objetivo é atentar aos parlamentares sobre uma injustiça em curso, que afetará incontáveis moradores e empresários em todo o Brasil. É papel da OAB/SC alertar sobre possíveis ‘armadilhas’ que um projeto aparentemente bem intencionado pode acarretar”, diz o presidente da OAB/SC, Tullo Cavallazzi Fillho. Para o presidente da Comissão de Direito Imobiliário da OAB/SC, Leandro Ibagy, “é necessária uma ampla mobilização da sociedade civil organizada, inclusive com a participação das lideranças políticas regionais, para que seja amadurecida uma alternativa viável sobre o tema. Há diversos interesses em disputa, mas é necessário que prevaleça a segurança jurídica, o direito à moradia e a igualdade entre brasileiros”.
Assessoria de Comunicação da OAB/SC

Fonte: Frederica Richter