sexta-feira, 6 de março de 2015

A hora é agora!

A hora é agora!







Posso te fazer uma pergunta rápida? Quantas vezes você já ouviu de amigos, parentes e vizinhos, que vivemos uma crise imobiliária? Você já parou para pensar sobre isso? Será mesmo que isso é verdade?

Fonte: Frederica Richter

A LOCAÇÃO PARA IGREJAS

A LOCAÇÃO PARA IGREJAS

A locação não-residencial de um modo geral, terminado o contrato, possibilita ao locador proprietário a retomada do imóvel sem necessidade de qualquer justificativa. É a chamada denúncia vazia em face a inexistência de qualquer direito do inquilino a indenização ou retenção pela desocupação do imóvel. A lei 8.245/91, que disciplina a relação da locação predial urbana contudo, prevê

Fonte: O Gestor Imobiliário

quinta-feira, 5 de março de 2015

Setor de construção deve ter ‘biênio perdido’

Setor de construção deve ter ‘biênio perdido’



 

VALOR ECONÔMICO – BRASIL – SÃO PAULO – SP – 04/03/2015 – A3       Depois de contribuir positivamente com o crescimento da economia desde 2010, a atividade da construção civil deve ter o pior biênio da série histórica mais recente das contas nacionais em 2014 e 2015. No ano passado, a perda de fôlego do mercado imobiliário, a paralisia dos negócios provocada pela Copa do Mundo e, em menor escala, o comportamento mais modesto do consumo das famílias deve ter levado o Produto Interno Bruto (PIB) do setor a encolher mais de 5%.          Se confirmadas as previsões de economistas ouvidos pelo Valor, seria o pior desempenho da construção desde 1992, quando esse componente do PIB industrial diminuiu 5,8%.          Em 2015, a situação pode se agravar, devido aos impactos da Operação Lava-Jato sobre os investimentos da Petrobras e das construtoras envolvidas nas investigações. A construção civil representa pouco menos de 4,7% do PIB, mas considerando a cadeia do setor, esse peso chega a cerca de 8%, de acordo com cálculos do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). 

          Segundo Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos da construção do Ibre, a evolução do setor dentro do PIB é atrelada à trajetória da produção de insumos típicos da construção civil, que caiu 5,7% em 2014. Nas estimativas da entidade, o PIB da construção caiu 5,2% no ano passado.           Em um cálculo feito com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), que considera dados do Ministério do Trabalho, Ana Maria aponta que o número de trabalhadores com carteira nas construtoras ficou 0,5% menor no período – trajetória menos catastrófica, mas mesmo assim fraca.            “A média do ano não foi tão ruim, mas houve grande deterioração da atividade no segundo semestre“, diz a economista, mencionando que, feitos os ajustes sazonais, o nível de emprego na construção recuou 2,7% entre a primeira e a segunda metades de 2014. Segundo ela, os primeiros meses do ano ainda foram bons devido à aceleração de obras para a Copa do Mundo, mas, nos últimos meses de 2014, o segmento de infraestrutura deu contribuição negativa ao setor.            De acordo com Ana Maria, as obras passaram a andar em ritmo mais lento em função de atrasos nos pagamentos. Além disso, o fim do ciclo de lançamentos imobiliários, decorrente das dificuldades do setor no cumprimento de prazos, mas também de uma redução da demanda, foi outro fator que levou à queda do PIB da construção.         Dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) mostram que, em 2014, o crédito imobiliário teve sua menor alta em uma década, com avanço de 3,4% dos desembolsos para compra e construção de imóveis. Esses números consideram apenas operações de crédito com recursos da poupança. Já em janeiro, o volume dessa modalidade de empréstimos saltou 12% sobre igual mês de 2014.        O presidente da Abecip, Octavio de Lazari Junior, explica que os desembolsos são reflexo de lançamentos contratados há cerca de três ou quatro anos. Por isso, a entidade não está tão preocupada com relação a 2015 e prevê alta em torno de 5% do financiamento imobiliário no ano. “O que pode causar alguma preocupação é não haver lançamentos agora, e daqui a três a quatro anos, não haver continuidade do ciclo de produção“, observou, algo que não está no radar por enquanto.        O ano passado, porém, já foi um período de menor dinamismo dos lançamentos. Na média de dez capitais brasileiras, estimativas da Tendências Consultoria com base em informações da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) apontam que 2014 deve terminar com queda de 28% nas vendas de imóveis. “Com o nível de incertezas elevado, o segmento residencial sofreu bastante“, diz Mariana Oliveira, economista da consultoria, para quem o PIB da construção caiu 6,1% no ano passado.        Além do desempenho mais modesto do segmento imobiliário, ela menciona que a atividade da construção também foi afetada por fatores pontuais em 2014. “Houve uma paralisia geral da construção, especificamente em junho e julho, devido à Copa“, afirma Mariana.       Para este ano, as expectativas são piores. Após cortar a estimativa para o PIB de 2015 – a consultoria trabalha com retração de 1,2% da economia no período – Mariana passou a trabalhar com recuo de 9,4% da atividade da construção civil. Em seus cálculos, a incorporação dos impactos da Lava-Jato, sozinha, derrubou o PIB da construção em cerca de dez pontos percentuais, levando-se em conta a redução de 30% dos investimentos da Petrobras e, ainda, a paralisação das obras tocadas pelos 23 grupos econômicos investigados.      Com peso menor na construção, o chamado “consumo formiga“, ancorado nas compras de material de construção das famílias, também não deve ter bom resultado em 2015. No ano passado, o volume de vendas de material de construção no varejo ficou estagnado, depois de ter crescido 6,9% em 2013. “A expectativa é que a renda não cresça como em outros anos, e há um ambiente mais pessimista, com crédito mais caro“, observa Ana Maria, do Ibre, que prevê queda de 5,5% do PIB da construção neste ano.       Na avaliação do Sinduscon-SP, o valor agregado das construtoras ficará estagnado entre 2014 e 2015. O nível de emprego no setor deve diminuir 2% e a produção de insumos típicos da construção civil terá recuo de 1,5%. Em nota, o sindicato afirma que os condicionantes positivos para a construção, como a contratação pelo governo de obras de infraestrutura e de novas unidades do programa Minha Casa, Minha Vida, serão contrabalançados por fatores negativos.       A expectativa para 2015, no setor imobiliário, ainda é de queda no emprego, uma vez que o menor volume de obras neste ano é fruto de decisões de investimento tomadas no ciclo de desaceleração em 2013 e 2014“, afirma a entidade.       Ontem, a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) divulgou números bastante desanimadores para o setor. O faturamento deflacionado das vendas internas de materiais de construção caiu 11,5% em janeiro na comparação com o mesmo mês do ano passado e encolheu 2,9% na comparação com dezembro de 2014.       A Abramat estima para o ano expansão das vendas de apenas 1% na comparação com 2014. Ao projetar esse crescimento, um dos fatores que a entidade levou em conta foram os incentivos do governo ao setor seriam mantidos, situação alterada com a recente mudança de tributação. Nos 12 meses encerrados em janeiro, houve retração de 7,6% na comparação com o intervalo equivalente anterior.

Fonte: Frederica Richter

Dia Internacional da Mulher - Travessia de Stand Up Paddle - Clínica Andy Ern

Dia Internacional da Mulher - Travessia de Stand Up Paddle - Clínica Andy Ern

 Travessia de Stand Up Paddle em comemoração ao dia Internacional da Mulher

Sempre preocupada com a saúde e bem estar da mulher, a Clínica Andy Ern, é uma das parceiras do evento que promete agitar a Praia de Taquaras em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. A primeira edição do KaiLaa Festival de Stand Up Paddle, Yoga e Música acontece domingo, dia 08 de Março e inicia com a Travessia de Stand Up Paddle, com saída ás 08:30h da Barra Sul, em Balneário Camboriú, com destino a Praia de Taquaras, totalizando 7 km de aventura. A Professora de Yoga e instrutora de Stand Up Fê Anjos guiará as práticas em grupo.  





 

O Stand Up Paddle é um dos esportes que mais cresce no Brasil e no mundo. Sua prática em contato com a natureza é terapêutica e proporciona diversos benefícios para o corpo e para a mente. A união da prática junto aoYoga, é um casamento perfeito na prevenção do estresse e doenças relacionadas a vida moderna.

A travessia contará com Barco de apoio e Salva Vidas, distribuição de água e mesa de frutas na saída e na chegada. As 13h acontecerá um almoço para as mulheres oferecido pelo Das Antigas Bar, na Praia de Taquaras e após, práticas de Yoga e muita música e sorteios de brindes. Além da Clínica Andy Ern, o evento também conta com o apoio da Prefeitura de Balneário Camboriú e das Belas do SUP, responsáveis pela arrecadação de alimentos não perecíveis e litros de leite para doar à instituições de caridade. Mais informações: 99125763.Impossível ficar de fora! Créditos: Zaneta Fotos/ Xs Excess Comunicação -------------------------------------------------Xs Excess ComunicaçãoDanny Reis - Jornalista e Assessora de Imprensa

Fonte: Frederica Richter

Loteamentos Santa Regina I e II completam 17 anos em Camboriú

Loteamentos Santa Regina I e II completam 17 anos em Camboriú

  Quase duas décadas acolhendo novos moradores
Loteamentos Santa Regina I e II completam 17 anos em Camboriú Nesta última década Camboriú cresceu consideravelmente e virou destino daqueles que buscam a oportunidade de ter um lar, em meio a um lugar tranquilo, mas próximo aos grandes centros. O lançamento dos loteamentos Santa Regina I e II, pela G. Laffitte Empreendimentos Imobiliários, foi uma das iniciativas que oportunizaram que novos moradores da cidade pudessem obter um dos bens mais desejados: a casa própria.  Neste ano, os loteamentos completam 17 anos e a partir de sua fundação acabaram virando bairro. Seus números são grandiosos: são mais de 700 lotes. Uma realidade que não para de mudar. O Santa Regina I e II está em ebulição. Prédios estão sendo construídos a perder de vista. "Ali onde estão fazendo essas residências, eu brincava com meus amigos, num campinho que tinha", relembra Lucas André Machado, de 18 anos. Mesmo com tanto crescimento, o Santa Regina não perdeu a sua característica principal: ser familiar. As crianças brincam nas ruas, vizinhos conhecem uns aos outros e ainda é possível deixar a porta de casa aberta. 

Foi justamente a possibilidade de manter a família unida e ter o seu negócio próprio, que fez Florindo Dalcero (in memoriam), conhecido como "Seu Domingos", mudar-se de Gaspar para o Santa Regina I. A família foi uma das primeiras a morar no loteamento. Ali abriu seu mercadinho, acabou de criar os filhos e deixou para eles o empreendimento de herança. As filhas aperfeiçoaram o negócio que, além de mercado, também virou loja de roupas, agropecuária, pet shop e disk água e gás. "A família está toda unida, assim como o nosso pai queria. Aqui casamos e criamos os filhos juntos. O bom é que há tudo próximo", destaca a comerciante Berenice Dalcero.

 O bairro tem uma estrutura que poucos locais contam. Abriga um Fórum, escola, duas creches, posto de saúde, comércio de todo tipo, farmácia, base do Corpo de Bombeiros e, em breve, uma delegacia. "Só vou para o centro mesmo se preciso ir ao banco e acredito que logo deve sair uma agência por aqui. Mudamos há 15 anos, pois casei e compramos um terreno para construir nossa casa. Sem dúvida, foi uma boa escolha, pois aqui criei meus filhos e nunca tive problemas", conta a dona de casa Andrea da Silva. O Santa Regina I e II fazem parte dos primeiros investimentos da G.Laffitte em Camboriú, motivo de muito orgulho para a loteadora. "O Santa Regina foi nosso passaporte de entrada em Camboriú e tem um papel muito importante, por ter começado a nossa urbanização na cidade. É nossa evolução como empresa e a evolução do município. Todo esse desenvolvimento é resultado de um trabalho conjunto do cidadão de Camboriú e da G. Laffitte", finaliza. 
--




Fonte: Frederica Richter

Fecomércio SC divulga Pesquisa do Mercado Imobiliário da capital

Fecomércio SC divulga Pesquisa do Mercado Imobiliário da capital

                

25/02/2015      Fonte: Fecomércio SC Em janeiro de 2015 a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina – Fecomércio SC divulgou a Pesquisa do Mercado Imobiliário (PMI) de Florianópolis.  A pesquisa foi realizada pelo Núcleo de Pesquisas da Fecomércio, que mapeou e acompanhou mensalmente os indicadores econômicos gerais e setoriais, gerando informações por amostragem sobre locação e comercialização de imóveis, compreendendo ofertas e preços médios do município de Florianópolis no período de abril a dezembro de 2014 e registrou uma suave tendência de decréscimo na comercialização de imóveis e uma tendência à estabilidade nas locações.Confira a entrevista sobre assunto com o Presidente Executivo da Brognoli Negócios Imobiliários e Vice-presidente da Fecomércio Grande Florianópolis, Marcelo Faria Brognoli.
 1)Qual o intuito ou principal foco dessa pesquisa? Conhecer cientificamente os movimentos do Mercado Imobiliário Catarinense, para fornecer aos clientes e profissionais, informações fidedignas para a realização de negócios cada vez mais seguros e ainda para agregar estas informações à pesquisa Nacional.
 2) Para os Corretores de Imóveis qual a importância em ter acesso a esta pesquisa? Como ela pode ajudar no dia a dia? Trazendo ao profissional Corretor de Imóveis, informações de tendências do Mercado, o que virá auxilia-lo na sua atividade profissional, com dados científicos e confiáveis, aos quais ele irá aliar à sua experiência e conhecimentos do dia a dia.
 3) Na pesquisa, Florianópolis apresenta 5 bairros com maiores avaliações, em relação ao valor do metro quadrado  sendo:  Centro avaliado em R$ : 5,523,82m²;Jurerê R$ : 5,233,31m²; João Paulo R$ : 5,231,13m²; Abraão R$ : 5,205,48m²  e Agronômica R$ : 5,137,41m².Ao que o senhor atribui essa supervalorização? São os valores praticados no mercado  refletidos na pesquisa. São bairros já historicamente valorizados  por suas características particulares e o destaque do Abraão, é o resultado dos importantes investimentos feitos nos últimos anos, naquela região pela indústria imobiliária, com projetos de alto nível de qualidade.
 4) Segundo dados da pesquisa feita pela FECOMERCIO o mercado de comercialização e o mercado de locação ,estão em caminhos opostos. Enquanto o mercado de locação teve um aumento no valor do metro quadrado, o da comercialização teve uma redução. Qual motivo?O mercado de locações é bastante estável, pelas suas próprias características, pois a media de duração de um contrato é de dois anos aproximadamente nas locações residenciais,  mas nos contratos comerciais, também observamos retrações em momentos de insegurança econômica no País.  A compra e venda, está mais sucetível aos movimentos da economia como um todo, investidores que recuam, compradores individuais que resolvem adiar um upgrade, enfim, diversos fatores que alteram a disposição do cliente ao investir. Por outra lado, também verificamos que em alguns momentos, a segurança do investimento imobiliário provoca a migração de recursos do setor financeiro, o que já não ocorre qdo as taxas de juros estão muito altas.
 5) Como e quando o Corretor de imóveis vai poder sentir essa diferença? Esta é uma mudança gradual, pois à medida que os Corretores forem se familiarizando com os resultados da pesquisa, comparando e comprovando suas análises pessoais, ele vai sentir mais segurança para atuar nas avaliações e no aconselhamento a seus clientes, das melhores oportunidades de negócios. Nunca poderemos esquecer, a importância da experiência deste profissional, na lida diária no Mercado Imobiliário.
 6) Com essa pesquisa  foi possível avaliar as performances do mercado Imobiliário e por sua vez do próprio imóvel, sendo ele pra comercializar ou pra locar. Podemos então dizer  que esta pesquisa pode ajudar os investidores a decidir onde investir? Sem dúvida nenhuma e repito, baseado em dados estatísticos, cientificamente apurados e por uma equipe de alto nível profissional.
 7) A pesquisa aponta que a estagnação no mercado imobiliário foi decorrência da desaceleração da economia, o endividamento das famílias, e redução do volume  de negócios . O que os nosso representantes podem fazer para  inverter esse quadro?  É uma luta árdua, pois estas condições, independem de nossa atuação pois são variáveis do cenário macro econômico. O que podemos fazer, enquanto operadores deste mercado, é buscar as melhores oportunidades de negócios, estimular nossos clientes a conhecerem os “reais” valores dos imóveis disponíveis, assim como os que estão sendo avaliados, para que possamos atuar com a certeza da satisfação de nossos clientes, praticando preços justos e coerentes com a realidade.Link da pesquisa na integra: http://www.fecomercio-sc.com.br/produtos-servicos/pesquisas_economicas.html Fonte site do CRECI - SC

Fonte: Frederica Richter

DIVULGAÇÃO: PDG OFERECE DESCONTOS DE ATÉ R$ 500.000 EM IMÓVEIS

DIVULGAÇÃO: PDG OFERECE DESCONTOS DE ATÉ R$ 500.000 EM IMÓVEIS




Após o sucesso alcançado em 2014, a PDG investe na segunda edição da campanha “Na Ponta do Lápis – Fez a Conta, Fechou Negócio”. A ação de vendas vai oferecer descontos de até R$500 mil. Nos dias 7 e 8 de março a Incorporadora receberá seus clientes em espaços exclusivos na cidade de São Paulo e interior (São José dos Campos, Ribeirão Preto e Piracicaba), Rio de Janeiro e Niterói, Salvador,

Fonte: O Gestor Imobiliário

PREÇO DE IMÓVEIS NO BRASIL SOBE ABAIXO DA INFLAÇÃO PELO 2º. MÊS

PREÇO DE IMÓVEIS NO BRASIL SOBE ABAIXO DA INFLAÇÃO PELO 2º. MÊS




O preço médio do metro quadrado dos imóveis anunciados em 20 cidades brasileiras subiu 0,17% em fevereiro em relação a janeiro, resultado abaixo da inflação pela segundo mês consecutivo, de acordo com o índice FipeZap Ampliado divulgado nesta quarta-feira (4). Este foi o menor número mensal da série histórica, segundo o economista da Fipe, Raone Costa. — Eu imagino que a tendência é de

Fonte: O Gestor Imobiliário

quarta-feira, 4 de março de 2015

BAHIA: SALVADOR COM MENOS LANÇAMENTOS DE IMÓVEIS

BAHIA: SALVADOR COM MENOS LANÇAMENTOS DE IMÓVEIS




O cenário da construção civil na Bahia está atravessando um momento difícil, quando o campo de trabalho são os lançamentos de imóveis em sua capital. Na manhã de ontem, 3, a Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA), divulgou os dados sobre o mercado imobiliário no estado, onde foi constatado uma queda de 13% das unidades lançadas em Salvador. De acordo com a

Fonte: O Gestor Imobiliário

PREOCUPAÇÕES PRESSIONAM O MERCADO IMOBILIÁRIO, DIZ RELATÓRIO

PREOCUPAÇÕES PRESSIONAM O MERCADO IMOBILIÁRIO, DIZ RELATÓRIO




Estagnação econômica, inflação resiliente e aumento do risco de déficit orçamentário no Brasil colocam em risco a expansão de uma década nos empréstimos imobiliários, minando uma das maiores fontes de financiamento para o setor, de acordo com um relatório da indústria. O montante dos empréstimos imobiliários financiados com dinheiro do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE)

Fonte: O Gestor Imobiliário

terça-feira, 3 de março de 2015

DIVULGAÇÃO: UQBAR LANÇA EDIÇÃO 2015 DE ANUÁRIO SOBRE SECURITIZAÇÃO E FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO

DIVULGAÇÃO: UQBAR LANÇA EDIÇÃO 2015 DE ANUÁRIO SOBRE SECURITIZAÇÃO E FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO




Na próxima quarta-feira, 04 de março, a Uqbar lançará o Anuário Uqbar: Securitização e Financiamento Imobiliário. Em sua 8ª edição, a publicação se transformou em referência nacional e internacional sendo a principal fonte do mercado de finanças estruturadas, apresentando análises, dados e rankings exclusivos. Esta edição faz a análise completa do ano de 2014, mostrando um período de

Fonte: O Gestor Imobiliário

STJ: OS CONFLITOS NA COMPRA E VENDA DE IMÓVEIS

STJ: OS CONFLITOS NA COMPRA E VENDA DE IMÓVEIS




A compra e venda de imóveis é assunto que traz ansiedade a muitos brasileiros. Dúvidas sobre o financiamento ou a comissão de corretagem, atrasos na entrega da obra, rescisão contratual e falsas promessas da publicidade levam milhares de pessoas a discutir suas demandas nas instâncias do Judiciário. A solução para muitos desses conflitos já está pacificada na jurisprudência. Outras vão se

Fonte: O Gestor Imobiliário

segunda-feira, 2 de março de 2015

INSINCERIDADE DO PEDIDO DE RETOMADA DO IMÓVEL LOCADO

INSINCERIDADE DO PEDIDO DE RETOMADA DO IMÓVEL LOCADO




Não raras vezes, escutamos de amigos ou parentes que “moram de aluguel” reclamar que o proprietário pediu o imóvel para uso próprio ou para uso dos pais ou filhos (situações mais comuns). Esse pedido tem amparo na Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245/91), mais especificamente no inciso III do Art.47, da : Art. 47. Quando ajustada verbalmente ou por escrito e como prazo inferior a trinta

Fonte: O Gestor Imobiliário

DIVULGAÇÃO: BRASÍLIA RECEBE EVENTO QUE IRÁ MOVIMENTAR O MERCADO IMOBILIÁRIO

DIVULGAÇÃO: BRASÍLIA RECEBE EVENTO QUE IRÁ MOVIMENTAR O MERCADO IMOBILIÁRIO




Uma ótima oportunidade para quem quer saber um pouco mais sobre internet e tendências do mercado imobiliário para 2015. No dia 10 de março, a Wimoveis promove um evento voltado para corretores, imobiliárias e demais parceiros do setor. 

O “Encontro Imobiliário – Conexões e Negócios” traz para Brasília os palestrantes Diego Maia e Martha Gabriel. Ele, expert em vendas e tendências de mercado

Fonte: O Gestor Imobiliário

domingo, 1 de março de 2015

IGP-M PERDE FORÇA EM FEVEREIRO, COM MENOR TAXA PARA O MÊS EM TRÊS ANOS

IGP-M PERDE FORÇA EM FEVEREIRO, COM MENOR TAXA PARA O MÊS EM TRÊS ANOS




O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), calculado pela Fundação Getúlio Vargas, variou 0,27% em fevereiro, abaixo tanto de janeiro (0,76%) como de igual mês do ano passado (0,38%). Foi a menor taxa para fevereiro em três anos. Em 12 meses, o índice está acumulado em 3,86%. Um ano atrás, somava 5,76%. Entre os componentes, o de maior peso, o IPA (preços ao produtor amplo, em torno de 60%

Fonte: O Gestor Imobiliário

INDIVIDUALIZAÇÃO DE ÁGUA E GÁS NOS CONDOMÍNIOS. QUAL O QUÓRUM PARA SUA APROVAÇÃO?

INDIVIDUALIZAÇÃO DE ÁGUA E GÁS NOS CONDOMÍNIOS. QUAL O QUÓRUM PARA SUA APROVAÇÃO?




A sustentabilidade tema de primeira necessidade e, palavra de ordem na vida moderna, vem se tornando um dos maiores anseios da humanidade. Neste sentido, os condomínios como grande fonte consumidora de recursos naturais, necessitam se engajar nesta causa. Na edificação dos edifícios modernos, geralmente, as construtoras preveem a possibilidade de se individualizar o consumo de água e

Fonte: O Gestor Imobiliário